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		<title>Inteligência Brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 12:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Watson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Território]]></category>

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		<description><![CDATA[Astrojildo Pereira (1890-1965) é autor de um importante texto “Tarefas da Inteligência Brasileira”, publicado em 1944, pelo qual apresenta propostas que, um ano depois, são debatidas durante o “Congresso de Escritores” em São Paulo. O estudioso das letras entende que &#8230; <a href="http://watsons.com.br/BLOG/?p=21">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Astrojildo Pereira (1890-1965) é autor de um importante texto “Tarefas da Inteligência Brasileira”, publicado em 1944, pelo qual apresenta propostas que, um ano depois, são debatidas durante o “Congresso de Escritores” em São Paulo. O estudioso das letras entende que o caminho passa pela educação, pela alfabetização do ensino primário ao ensino superior, pois não basta aprender a escrever, é preciso aprender a entender o que se lê e a pensar, conceito pregado por Paulo Freire e retomado nas duas últimas décadas, para a formulação de políticas educacionais.</p>
<p>Muitas propostas embutidas e defendidas no texto de Astrojildo, que participou da efervescência intelectual modernista, foram desenvolvidas pelo Cinema Novo, pelo Tropicalismo, pelos teatros de Arena e Oficina.</p>
<p>Astrojildo, seu grupo de pessoas, e Machado de Assis, que nele exerceu grande importância para a sua formação, pensaram uma política cultural para a nação, dentro dos limites de suas épocas.</p>
<p>A idéia neste blog é debatermos uma noosfera brasileira, já que “(…) desse reencontro com as nossas coisas, num clima criador, poderemos atingir uma nova estrutura de idéias (…)” (Tarsila do Amaral).</p>
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		<title>Os Simples</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 11:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Watson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lugar]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Simples de Guerra Junqueiro DE VOLTA (Crepúsculo. Novembro. Pela encosta fria e desnudada vae andando, esfarrapado e exangue, um pobresinho triste, arrimado ao bordão.) UM LAVRADOR (de cem annos, ainda robusto, à porta do casebre) Mendigo d’olhos sem esp’rança, &#8230; <a href="http://watsons.com.br/BLOG/?p=10">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Simples</p>
<p>de Guerra Junqueiro</p>
<p>DE VOLTA<br />
(Crepúsculo. Novembro. Pela encosta fria e desnudada vae andando, esfarrapado e exangue, um pobresinho triste, arrimado ao bordão.)</p>
<p>UM LAVRADOR<br />
(de cem annos, ainda robusto, à porta do casebre)</p>
<p>Mendigo d’olhos sem esp’rança,<br />
Vaes-te perder na escuridão…<br />
Entra em meu lar; dorme; descansa…</p>
<p>O POBRESINHO<br />
(andando sempre)</p>
<p>Quem dera a paz divina e mansa,<br />
Velho, que tens no coração!&#8230;</p>
<p>UMA VELHINHA<br />
(a rezar à porta do moinho)</p>
<p>Mendigo d’olhos sem ventura,<br />
Dentro da azenha há um enxergão,<br />
Terás lençoes, terás fartura…</p>
<p>O POBRESINHO<br />
(andando sempre)</p>
<p>Eu só quizera essa candura,<br />
Irmã da Graça e da Ilusão!…</p>
<p>UMA CAMPONEZA<br />
(que vem da vindima)</p>
<p>Mendigo d’olhos d’engeitado,<br />
Na nossa casa há vinho e pão;<br />
E há leite fresco; e há mel doirado…</p>
<p>O POBRESINHO<br />
(andando sempre)</p>
<p>Tua alegria sem cuidado,<br />
Eis o que eu busco… em vão! Em vão!…</p>
<p>UMA PASTORINHA</p>
<p>Mendigo d’olhos de coveiro,<br />
Trago a merenda no surrão;<br />
O queijo é bom, mas é grosseiro…</p>
<p>O POBRESINHO<br />
(andando sempre)</p>
<p>Dá-me teu riso feiticeiro,<br />
Lirio do monte inda em botão!</p>
<p>UM PEDINTE<br />
Mendigo d’olhos na agonia,<br />
Dou-te o meu manto e o meu bordão;<br />
Nada mais levo… a noite é fria…</p>
<p>O POBRESINHO<br />
(andando sempre)</p>
<p>Apenas ai! Desejaria<br />
Tua cristã resignação! </p>
<p>A ESTRELA VESPER</p>
<p>O’ sonhador louco d’outrora,<br />
Teus sonhos lindos onde estão?!<br />
Ébrio de luz, rico d’aurora,<br />
Vi-te partir… e vejo agora<br />
Um morto erguido d’um caixão!</p>
<p>Teus olhos fulvios namorei-os<br />
De dia e noite, da amplidão:<br />
Vi-os sorrir entre gorgeios,<br />
Vi-os cantar e vi-os cheios<br />
De pranto e febre e indignação!</p>
<p>Regressa enfim, é teu destino,<br />
A’ paz obscura, à submissão…<br />
E outra vez meigo e pequenino<br />
Deixa dormir, como um menino,<br />
Teu velho e exausto coração!…</p>
<p>O POBRESINHO<br />
(chorando)</p>
<p>Só tu, estrella, me conheces<br />
Em minha dor, minha afflição!<br />
Só tu não dormes, não esqueces…<br />
Só tu ouviste as minhas preces…<br />
Bemdito, estrella, o teu clarão!</p>
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		<title>Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 11:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Watson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Território]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Watson afirmou, quando entrevistado pelo Jornal do Brasil em 1970: “Considerando a educação como mecanismo fundamental para a formação de uma infra-estrutura social, entende-se que toda vez que se leva às comunidades de menor desempenho sócio-econômico algum fator gerador &#8230; <a href="http://watsons.com.br/BLOG/?p=19">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Watson afirmou, quando entrevistado pelo Jornal do Brasil em 1970: “Considerando a educação como mecanismo fundamental para a formação de uma infra-estrutura social, entende-se que toda vez que se leva às comunidades de menor desempenho sócio-econômico algum fator gerador de desenvolvimento, deve-se providenciar, simultaneamente, a execução de programas educacionais globais, neles enfatizando a formação, a especialização e o treinamento. Assim procedendo, oferece-se à população condições para se integrar no processo de desenvolvimento, podendo suportar social e economicamente um novo padrão de vida”.</p>
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